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Autores: Júlia Raquel Negri, Gislaine Cecília de Oliveira Cerveny, Maria Imaculada de Lima Montebelo, Rosana Macher Teodori
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GESTÃO VIOLENTA E PATOLOGIA ORGANIZACIONAL: REFLEXÕES PARA UMA INTERVENÇÃO ARTICULADA ENTRE ACADEMIA, SERVIÇOS E MOVIMENTO SINDICAL

Mara Alice Batista Conti Takahashi, Paulo José da Silva Montanher, Alessandro José Nunes da Silva, Rodolfo Andrade de Gouveia Vilela

RESUMO


Resumo: A gestão no trabalho vem sendo crescentemente marcada por estratégiasempresariais competitivas, de modo a aumentar o lucro, a produtividade ea captura da “alma” – a subjetividade do trabalhador. Cada vez mais agressivas,vêm tornando os ambientes de trabalho locais patológicos, com epidemiasde doenças do aparelho psíquico (depressão, Burnout, tentativas de suicídio,síndrome do pânico, dentre outras). Esses agravos ganham importância e convivemcom doenças convencionais, como as do aparelho musculoesquelético,os acidentes típicos, contaminações etc. A partir de um curso de difusão euma oficina nacional realizados com dirigentes sindicais, em 2014, o presente artigo relata e discute aspectos que estão na origem da patologia organizacional.Com base na experiência do movimento de saúde do trabalhador dePiracicaba-SP, discute-se a importância de ações articuladas de pesquisa eintervenção, envolvendo os atores dos três polos: academia, representantesorganizados de trabalhadores e agentes públicos dos serviços de saúde do trabalhador.Essas ações conjuntas parecem ser indispensáveis para trazer luz aosdesafios e intervir nos determinantes organizacionais normalmente invisíveisaos agentes públicos.

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OU

http://rct.dieese.org.br/rct/index.php/rct/article/view/86

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RESUMO

Analisou-se o perfil sociodemográfico e ocupacional de trabalhadores comlesões por esforços repetitivos (LER) ou disfunções osteomusculares relacionados ao trabalho(DORT) em Piracicaba, São Paulo, avaliando-se a associação desse perfil com a ocorrênciade dor, bem como a associação de risco para LER/DORT. Dados de 1.007 prontuáriosforam submetidos à análise descritiva (p<0,05). A LER/DORT predominou em mulheres, naidade produtiva, com baixo grau de instrução e baixos salários, com função de doméstica,cozinheira, serviços gerais, auxiliar de produção e costureira; a dor predominou no membrosuperior e estava associada à função, ao gênero feminino, ao baixo grau de instrução e aoestado civil; houve associação de risco entre organização e ergonomia no trabalho e dor nomembro superior. A compreensão das relações do trabalhador com o ambiente de trabalho ecom o trabalho pode favorecer medidas de vigilância e promoção de saúde.

Revista Baiana de Saúde Pública, vol. 38, no 3 (2014)

Autores: Júlia Raquel Negri, Gislaine Cecília de Oliveira Cerveny, Maria Imaculada de Lima Montebelo, Rosana Macher Teodori

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